quarta-feira, março 28, 2012


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sábado, outubro 08, 2011

Stay Hungry, Stay Foolish

"Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.

A primeira história é sobre ligar os pontos.


Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.

Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”


Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.

Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.

Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.


Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.


Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.

Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.


Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.

E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.

Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].

Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.

A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.

E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.

Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.

Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.

Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.


Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.

Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.

Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.

Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.

Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.

Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.

Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.

E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.

Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:

“Continue com fome, continue bobo.”

Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.

Obrigado. "


Steve Jobs



segunda-feira, setembro 12, 2011

É do Brasil...


Em meio ao 11 de setembro, data no qual ocorreu o atentado as torres gêmeas em Nova York, eu me peguei pensando sobre o patriotismo. Primeiro pensei sobre o patriotismo americano. Depois, pensei sobre o patriotismo brasileiro.

Pois bem, todo mundo sabe que eu sou apaixonado por Fórmula 1, e é justamente dele que eu acho que saiu o grande último ídolo do esporte nacional. Aquele que era realmente um exemplo, que levava o Brasil sempre, que tinha orgulho de ser brasileiro. Aquela pessoa que parava o Brasil, e fazia com que os brasileiros tivessem orgulho de ser brasileiros.

Uma pessoa que apesar da família rica e das conquistas, ainda era um Silva. Era Ayrton Senna da Silva.
Eu sei que muitas pessoas não gostam que os ídolos sejam do esporte. Esperam que seja alguém da política, ou voltado para uma área mais culta. Até concordo em alguns pontos sobre isso. Mas enfim, nós temos uma cultura mais voltada para as pessoas do esporte, como Pelé, Oscar Schmitd, Guga, Ronaldo.

Pensando no patriotismo, eu comecei a pensar na importância de um ídolo para um povo. Ayrton era a fuga para um povo que vivia numa turbulência. Era a referência para os mais jovens. Era um exemplo para os adultos. E ele cumpria mto bem esse papel. A F1 teve campeões brasileiros antes de Senna, mas com ele era diferente. Ele era meio que do povo.

Já bicampeão de F1, Ayrton até então não havia vencido no Brasil. Pra ele era questão de honra. Eis que então, em 1991, ganhou. Só com duas marchas. Chegou exausto, desmaiou, teve espamos musculares. Mas sua alegria ao cruzar o pódio, gritando, comemorando, chorando é algo de arrepiar. É algo que dá orgulho de ver, e de ser brasileiro. No pódio, ele mal conseguia levantar o troféu. Ele poderia ter deixado pra lá, mas não.

Senna sempre foi vencedor, sempre alegrou, e sempre honrou o Brasil. Hj em dia o povo não tem mais isso. E para um povo, uma nação, é importante ter. É como se fosse um norte.
Outro dia, o tenista sérvio Novak Djokovic foi recepcionado na Sérvia por mais de 100 mil pessoas. Achei isso lindo. Sensacional. Djokovic levantou a honra e a moral de um povo.
Senna também era assim.

Era herói, que infelizmente virou lenda.





terça-feira, setembro 06, 2011

Por que eu sei que é amor...


Acho que não sou a melhor pessoa para se falar de amor. Amor no sentido carnal mesmo. Tipo homem com mulher. Marido e esposa, namorado e namorada.
Nunca namorei muito tempo, esse é o motivo. Sou quase sempre mais racional do que emotivo e isso as vezes me complica, embora eu não reclame e até goste. Porém isso de racional x emotivo será tema de um outro post.

Acho também que eu tenho tudo pra ser um homem que faz tudo "certinho"(repararam nas aspas, né?). Eu assimilo mto fácil as coisas que outras pessoas vivem, e assim acabando aprendendo muito. As vezes, a sensação que eu tenho é que eu passo por uma experiência sem ter sofrido as consequências. E isso nem sempre é bom. E olhando pra tudo isso, eu vejo o quanto os homens não valorizam as mulheres que tem. O quanto somos estúpidos. Claro que nenhuma relação é baseada em 100% de felicidade, mas tem pessoas que exageram qnd fazem algo de errado.

Uma mulher só deseja receber carinho, ser amada, mimada. Mulheres gostam disso. E nós, homens, sabemos mas parece que fazemos questão de esquecer.
Saber valorizar uma mulher é algo tão grandioso, tão bonito. Não é dar presentes e tal. É valorizar dizendo que ela é importante, que ela é desejada, que ela é única. Elas só querem alguém que digam que tudo dará certo, que o final feliz existe, alguém que escute cada palavra, cada pensamento, que veja cada sonho e que dê asas qnd ela quiser voar. Alguém que a compreenda, que a faça rir, alguém que a respeite. Alguém que supreenda todos os dias, que a proteja, alguém que diga o quanto ela é importante. Alguém que não só diga que a ama, mas alguém que aja de tal modo. Alguém que a faça se sentir linda, amada e feliz não só hj, mas para sempre.

Romântico demais? Meloso? Utópico? Nada a ver? Até concordo que seja.
Difícil? Complicado? É muita coisa pra se fazer? Realmente é mas acho que tudo vale a pena, qnd é pra alguém que amamos.



... eu não quero nada em troca.
... sei que cada palavra importa.
... sei que só há uma resposta.


sexta-feira, setembro 02, 2011

O que vale mais?


Se você tivesse que escolher, tivesse que moldar uma personalidade. Como você a faria?

O que vale mais? Falar ou escutar? Falar é expor, é dizer o que sente. É colocar pra fora aquilo que tá dentro. Escutar é aprender, é prestar atenção, é se importar com outros. Mas não importa o que vale mais. O importante é saber que quem fala espera se sentir bem, aliviado. E quem escuta mostra que existe alivío e que há pessoas que sempre estão juntas.

O que vale mais? Perdoar ou pedir perdão? Quem pede perdão ainda acredita em um mundo melhor, acredita no amor. Quem perdoa mostra que esse mundo existe, mostra que existe amor pra quem acredita. Mas não importa o que vale mais. O que importante é saber que quem perdoa cresce e quem pede perdão se levanta.

O que vale mais? Ser alegre ou alegrar? Ser alegre é ser feliz, é sorrir com as menores coisas, é não se irritar com os pormenores da vida. É dar bom dia sincero e de coração. Alegrar é fazer sorrir, é uma demonstração de carinho, é cuidar. É arrancar do outro um sorrisinho nas maiores dificuldades da vida. Mas não importa o que vale mais. O importante é saber que quem é alegre já alegra. E quem alegra é alegre.

O que vale mais? Dar ou estender a mão? Quem dá mostra que se despoja de alguma coisa. Quem estende a mão mostra que quer alcançar alguém. Mas nào importa o que vale mais. O importante é saber que dar é um gesto sublime de bondade. Estender a mão, é um gesto de bondade que sublima.

O que vale mais? Tá junto na dor ou na felicidade? Na felicidade é estar junto nos melhores momentos. É compartilhar risadas, abraços, sorrisos, carinho. É marcar no coração um momento pra toda a vida. Na dor, é estar junto no momento mais delicado. É compartilhar conselhos, companheirismo, ajuda. É ser fiel e compreensivo, é estar sempre ao lado. Mas não importa o que vale mais. O importante é saber que quem ama estará junto nesses dois tipos de momento. E sempre fará de tudo para que a dor vire felicidade, e que a felicidade nunca vire dor.

terça-feira, agosto 30, 2011

Vamos lá...


Sabe quando seus pensamentos em relação ao seu futuro mudam? Sabe quando você sabe onde quer chegar? Sabe quando você sente que finalmente se encontrou?

2011 prometeu ser diferente. Desde seu começo até agora ele conspira para ser diferente. E ser diferente não era necessariamente ser ruim. O meu não foi. Quis o destino que as coisas acontecessem e elas aconteceram.
Tudo tinha que acontecer. Tudo tinha que ser igual como foi. E hoje, 8 meses após eu já sei que o Igor que começou o ano é totalmente diferente do de agora.

Já afirmei e continuo afirmando que 2011 tá sendo louco. E uma dessas loucuras eu chamo de 'Visão do futuro'. Claro que não é uma visão propriamente dita. Mas um vislumbramento do que eu quero, do que eu desejo e do que eu serei. E de como eu posso e vou me moldar para conseguir isso. Não é fácil, mas eu sei que a recompensa vale. E como eu sei? Eu vi o futuro! haha

Não sei se cedo ou tarde, mas é como se eu tivesse acordado pra vida. Mais especificamente pra vida de adulto, pro meu futuro. E eu realmente não importo se eu demorei demais ou se fui precoce demais em pensar assim. Pra mim, o importante é que eu tou pensando. E sinceramente, eu vejo pessoas em que isso nem de longe tá perto de acontecer.

Eu tenho meu norte. Sei onde devo ir. E tenho os meios pra ir. O caminho eu prefiro não traçar. Prefiro deixar acontecer. Não vou criar expectativas, nem fazer planos de quando eu chegar lá. Só quero chegar. Não só quero como vou.

Junto ao meu PC tem a seguinte frase que leio todo dia: "Quem dorme sonha, quem trabalha e estuda CONQUISTA". Este é meu mantra.
E abaixo dele vem os 5S. Algo que ajuda a me organizar e melhorar.

Senso de Utilização;
Senso de Organização;
Senso de Limpeza;
Senso de Saúde;
Senso de Auto-disciplina.

Este é o meu manual.

É exagero meu pensar e falar dessa maneira sobre esses assuntos? Eu sei lá.
E não quero nem saber.




quarta-feira, julho 18, 2007

The answer, my friend, is blowin' in the wind

Quantas estradas um homem deve percorrer
Pra poder ser chamado de homem?
Quantos oceanos uma pomba branca deve navegar
Pra poder dormir na areia?
Sim e quantas vezes as bolas de canhão devem voar
Antes de serem banidas pra sempre?

A resposta, meu amigo, está voando no vento
A resposta está voando no vento

Sim e por quantos anos uma montanha pode existir
Antes de ser lavada pelos oceanos?
Sim e por quantos anos algumas pessoas devem existir
Antes de poderem ser livres?
Sim e quantas vezes um homem pode virar a cabeça
Fingir que ele não vê

A resposta, meu amigo, está voando no vento
A resposta está voando no vento

Sim e quantas vezes um homem deve olhar pra cima
Antes de conseguir ver o céu?
Sim e quantos ouvidos um homem deve ter
Pra poder conseguir ouvir as pessoas chorarem?
Sim e quantas mortes serão necessárias até ele saber
Que pessoas demais morreram?

A resposta, meu amigo, está voando no vento
A resposta está voando no vento

Do Poeta Bob Dylan